4 dicas para contratar profissionais em busca de recolocação

 

“Estima-se que uma contratação errada custe a uma empresa pelo menos três vezes o salário gasto com esse profissional. Isso sem considerar os aspectos intangíveis como clima, motivação da equipe, entre outros”.

  1. Busque referências

Em um contexto de desemprego em alta, se torna ainda mais indispensável referendar o background do candidato. O ideal é que isso seja feito por meio da rede de contatos do contratante, e não por referências indicadas pelo próprio entrevistado. “É importante não se contentar com uma resposta genérica do profissional de que seu desligamento ocorreu devido ‘à crise’. Na maior parte das vezes, esse é apenas um dos motivos e não o principal. É recomendável ligar para a antiga empresa e buscar referências, até mesmo com a área de Recursos Humanos se não tiver nenhum contato na companhia”, afirma Helena.

  1. Confirme se o interesse é duradouro

É natural que, durante o período de crise, quem está fora do mercado de trabalho comece a “topar tudo” para se recolocar e voltar a receber um salário. “Quando o profissional precisa se recolocar rapidamente, às vezes aceita trabalhar em áreas ou ambientes que não tem tanto o seu perfil, ou mesmo longe demais de casa. É uma equação que dificilmente dá certo a longo prazo”, afirma a sócia da People Oriented, que completa: “analisar o grau de interesse depende muito da sensibilidade do entrevistador; é necessário ler as entrelinhas da entrevista”.

  1. Evite reduções salariais agressivas

Segundo a especialista, as empresas não devem aproveitar esse momento para nivelar por baixo os salários oferecidos a novos empregados. É recomendado manter, no mínimo, a remuneração que o profissional recebia no seu antigo posto. “Além de diminuir a motivação, pagar menos do que o patamar anterior cria uma sensação de que a relação entre empregador e empregado é abusiva. Em épocas de inflação alta, manter a mesma faixa de um cargo no ano anterior já é uma redução.”, conta Helena.

  1. Avalie os perfis comportamental e cultural

Existe um ditado em recrutamento de que se contrata pelo técnico e demite pelo comportamental.

Não é só a formação e capacidade técnica que ditam o sucesso de uma contratação. É necessário averiguar se do ponto de vista comportamental, assim como cultural, há bases para que a relação de trabalho dê certo. “Isso não significa estabelecer parâmetros de candidatos melhores ou piores com base nesses critérios, mas sim de afinidade e adequação à vaga. Já existem vários testes para avaliação de perfil”, comenta Helena.

 

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