Por onde começar a cortar custos?

 

Escrito por: Batista Gigliotti

Consultor elenca importância de reduzir despesas em períodos de incerteza econômica e sugere alternativas para não prejudicar a qualidade do serviço

Cuidar do maior patrimônio da companhia:
Alguns empreendedores acreditam que o ponto comercial ou os produtos oferecidos são os maiores itens da empresa, no entanto, o cliente, sim, deve ser sempre o primeiro desta lista. Melhorar a eficiência no atendimento, implantar um serviço de pós-venda, melhorar a iluminação ou a exposição dos produtos, por exemplo, são itens que podem ampliar o faturamento e, consequentemente, o lucro do negócio;

Otimizar processos:
Muitas vezes os colaboradores não possuem uma visão global do negócio. Com isso, acabam avaliando apenas as partes que se referem ao seu departamento/função. Consequentemente, ampliam-se os números de colaboradores, folha salarial e, o principal, a demora em procedimentos internos que pode prejudicar a empresa, ou, então, estagnar seu crescimento. Rever funções e processos permite ganho de qualidade e agilidade, o que é primordial;

Custo sadio x custo desnecessário:
Dispensar o que não afeta a produtividade e o bem-estar dos colaboradores é outro item que precisa ser avaliado com cuidado. Elencar todos os custos de operação e um levantamento preciso mês a mês é uma forma de avaliar o que, de fato, é custo sadio (que vale a pena) de custo desnecessário (que traz prejuízo);

Somar despesas pequenas:
Muitas vezes quando o empreendedor analisa os custos a serem cortados, se esquece dos itens considerados ‘pequenos’. Todavia, somá-los pode colocá-los no patamar de grandes despesas. Adquirir produtos de higiene, limpeza e escritório, entre outros, no atacado aumenta o custo a curto prazo, mas pode significar economia a médio e longo prazo. Avaliar caso a caso, no entanto, é sempre a opção mais segura.
Ricardo Gasparini
Sócio Diretor

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